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Outros versos... 21/12/2013

sábado, 21 de dezembro de 2013| 0


Mira-me os olhos que vêem o que não vejo,
na lágrima que cobre minha alpebra dormente...
Em meu corpo impuro, vazio do que desejo,
calar-me a voz do grito entorpesente.
.
Não finjo o rancor em soltar meu pranto,
matando-me o silencio adormecido...
E finjo sim, de mim mesmo - Esquecida!
Em vão silencio à calar meu canto.
.
Solta-me das correntes que não sinto,
limitando meu "eu" do que mais quero...
Imaginar-me feliz e o que espero,
mas tal momento não sei se minto.
.
Fujo da sombra que me esconde,
e no claro do dia me esqueço...
Olho-me no espelho, mas não conheço!
O reflexo que vem não sei de onde.
.
Sou nada mais que um sentimento entre diversos,
na folha de um poeta, me descrevo!
No pensamento que tanto escrevo,
sou nada mais que simples versos.

Espero... 21/12/2013

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Espero ...
Por um momento,
uma lembrança...
Esperança em sentir
o sentimento que tanto quero.
.
Espero ...
Calado, se bem querer!
Em um instante,
eí de merecer
a alegria que tanto espero.
.
E espero ...
No vão do quanto onde me deito,
banhado em sonhos diversos.
Esperando em um dia ser perfeito,
uma única linha dos meus versos.

Ja em meus braços 21/12/2013

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 Faz da minha pele o teu calor,
Que já de mim, teu corpo embrulha.
Quente como brasa – Essa fagulha...
Queima em sentir teu nécta incolor.
Desce em mim, tua boca – Esta loucura,
Do puro amor em teus olhos estampados.
E minhas mãos em teus cabelos enrolados,
Os gemidos soltos de tanta formosura.
Desço-me, em teu corpo, meus molhados lábios.
E de prazer entorpecente, tua voz suave fica.
E, enquanto em ti, minha língua lambe e brinca...
Meus gemidos fazem-te morder teus próprios lábios.
Pinga em mim, a gota do suor salgado,
Que entre os teus seios se misturam.
E entre os lençóis molhados, os meus braços te procuram,
Mas vejo que já teus braços tinham me encontrado.